{"id":361,"date":"2020-04-29T13:40:45","date_gmt":"2020-04-29T16:40:45","guid":{"rendered":"http:\/\/publicidadevivida.com.br\/blog\/?p=361"},"modified":"2020-04-30T15:21:11","modified_gmt":"2020-04-30T18:21:11","slug":"triste-por-fabio-fernandes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/publicidadevivida.com.br\/blog\/triste-por-fabio-fernandes\/","title":{"rendered":"Triste"},"content":{"rendered":"\n<p>Fabio Fernandes \u00e9 um dos mais respeitados publicit\u00e1rios de minha gera\u00e7\u00e3o. Nunca trabalhamos juntos. Azar o meu, porque o conv\u00edvio com ele teria melhorado meu desempenho na profiss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Pedi ao Fabio permiss\u00e3o para publicar o texto abaixo, uma vis\u00e3o perfeita do momento que estamos vivendo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tenho certeza de que voc\u00eas v\u00e3o gostar, e, se acharem o texto triste, \u00e9 porque s\u00e3o poucas as alternativas que temos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><strong>TRISTE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><em>(Fabio Fernandes)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes a gente ri, porque o fardo \u00e9 duro e pesado e, se a gente n\u00e3o expurga a tristeza com uma ironia, um sorriso, um sarcasmo que seja, a tristeza toma conta e gruda que nem craca na gente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A gente ri, \u00e0s vezes, mas \u00e9 s\u00e9rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes a gente ri, mas \u00e9 triste: muito triste estar aqui nesse equ\u00edvoco que atende pelo nome de Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes tamb\u00e9m, por causa de tanta tristeza, a gente se esquece de como deveria ser bom, ser bonito, ser aben\u00e7oado nascer ou viver nesse pa\u00eds, esse acidente geogr\u00e1fico no melhor sentido, respons\u00e1vel por criar esse estupor que prende a nossa respira\u00e7\u00e3o para cada canto remoto que a gente tem o privil\u00e9gio de olhar.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma terra continental, cheia de luz, de verde, de \u00e1gua, de calor e sol, cheia de matas, de animais, de insetos e p\u00e1ssaros t\u00e3o raros quanto esplendorosos, de rios e riachos, de cachoeiras, corredeiras, cataratas, quedas de \u00e1gua pura e resplandecente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes a gente ri at\u00e9 de felicidade mesmo, porque tem um povo tinhoso, inventivo, engenhoso, povo engra\u00e7ado, criativo, verdadeiro, solid\u00e1rio, pobre feito o diabo, de boa \u00edndole, quanto mais pobre for.<\/p>\n\n\n\n<p>E as artes e os artistas?<\/p>\n\n\n\n<p>Nossa m\u00fasica, nossos \u00edcones, nossos Chico Buarques, Rubem Fonsecas, Caetanos, Gils, Djavans, e continue a sua lista a\u00ed, porque gosto n\u00e3o se discute e de discuss\u00e3o j\u00e1 deu pro meu gosto ultimamente.<\/p>\n\n\n\n<p>E os cientistas e professores, t\u00e3o humilhados, e t\u00e3o capazes de perseverar e seguir sua voca\u00e7\u00e3o s\u00f3 pela vontade de ensinar e de aprender?<\/p>\n\n\n\n<p>Nossos m\u00e9dicos, enfermeiros, profissionais sem sa\u00fade, sem apoio, sem recompensa e que nos salvam com muito mais afeto e solidariedade do que com dinheiro, respeito e condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas para fazer por n\u00f3s o que negam a eles.<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil \u00e9 celeiro de cineastas e arquitetos, de atletas descal\u00e7os e engenheiros, de empres\u00e1rios disputados mundo afora e hero\u00ednas que se desdobram em dezenas de olhos, m\u00e3os, pernas e bra\u00e7os, para manterem os lares, os empregos, os sonhos, os filhos aos montes, os netos precoces, a chance de algum futuro fugidio, trai\u00e7oeiro, que teima em escapar gera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s gera\u00e7\u00e3o, sem que ningu\u00e9m al\u00e9m delas, essas mulheres, pare\u00e7a se ocupar de zelar por quem mais precisa.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim a gente ri.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes a gente ri da tristeza.<\/p>\n\n\n\n<p>Para n\u00e3o desistir, j\u00e1 que \u00e9 gesto mais f\u00e1cil.<\/p>\n\n\n\n<p>E para n\u00e3o desistir \u00e9 que eu me arrisco na escrita.<\/p>\n\n\n\n<p>Porque a vontade de ir cuidar de outras coisas, de outros temas, \u00e9 tamanha que respiro fundo, inspirando, expirando e me inspirando nesse tanto em que ainda precisamos nos agarrar.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, sem rir agora, hoje pelo menos, s\u00f3 escrevo a s\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse libelo meio sem jeito, meio sem talento, mas que tamb\u00e9m quer ser levado a s\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Chega, \u00e9 o que grita o meu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Basta.<\/p>\n\n\n\n<p>Parem.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o d\u00e1 mais, nem um dia, nem um minuto, nem mais uma vez.<\/p>\n\n\n\n<p>Todo esse pa\u00eds, toda essa gente, n\u00e3o pode e n\u00e3o aguenta mais.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel ver gente doente, gente morrendo, gente que nem sabe que est\u00e1 doente e vai morrer, pisoteada pelo desprezo, pela gan\u00e2ncia, pelo despeito de quem deveria nos governar.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o podemos mais aceitar qualquer nova \u00ednfima demonstra\u00e7\u00e3o de aus\u00eancia de car\u00e1ter, de vergonha, de interesse, de empatia, de amor pelo ser humano, especialmente pelo ser humano que vive no nosso pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o temos mais est\u00f4mago, f\u00edgado, esp\u00edrito para ouvir o que j\u00e1 ouvimos; para vermos o que j\u00e1 vimos; para sentir o que j\u00e1 estamos sentindo.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 de hoje a destrui\u00e7\u00e3o do nosso projeto de na\u00e7\u00e3o, n\u00e3o vamos ser c\u00ednicos.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho vem sendo muito bem feito, h\u00e1 muitos e muitos anos.<\/p>\n\n\n\n<p>D\u00e9cadas, pode-se dizer.<\/p>\n\n\n\n<p>Da esquerda para a direita, meia volta, volver, j\u00e1 fizeram de n\u00f3s gato e coturno.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 nos atiraram no esgoto da hist\u00f3ria, na latrina do destino, nas profundezas mais imundas dessa quase-inexist\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se retornamos, voltamos a sonhar e a ter esperan\u00e7as, nunca ter\u00e1 sido por qualquer outra raz\u00e3o que n\u00e3o as anotadas acima &#8211; e as esquecidas tamb\u00e9m, porque n\u00e3o seria capaz de ser justo e me lembrar de todas as que merecem esse cr\u00e9dito.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim, ainda que nossa larga experi\u00eancia em fracassos premeditados por bem-sucedidos canalhas, nos tenha ensinado a relativizar mais uma torpe tentativa, arrisco dizer que nunca descemos t\u00e3o baixo.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 fomos ref\u00e9ns de organiza\u00e7\u00f5es criminosas travestidas de partidos pol\u00edticos, mas, sonhos tir\u00e2nicos de fam\u00edlias pat\u00e9ticas, coron\u00e9is p\u00f3s modernos de cal\u00e7as de tergal e camisetas Armani, nunca pensei experimentar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Hip\u00f3critas que invocam Deus atirando com os dedos no ar.<\/p>\n\n\n\n<p>Cafajestes que falam em moral e nos &#8220;valores da fam\u00edlia&#8221; e exibem seus AK-47 ao fundo da mesa do almo\u00e7o dominical.<\/p>\n\n\n\n<p>Esc\u00f3ria que professa a constru\u00e7\u00e3o de um novo Brasil, de uma &#8220;nova pol\u00edtica&#8221;, e odeia 24 horas por dia todo e qualquer brasileiro que ousa lhes apontar as barbaridades perpetradas pelo mais leviano esp\u00edrito de destrui\u00e7\u00e3o de tudo o que se refere ao pensamento, \u00e0 arte, \u00e0 cultura e, agora mais evidente do que nunca, \u00e0 ci\u00eancia &#8211; sem que me permita esquecer da incapacidade total de entender a diferen\u00e7a entre o p\u00fablico e o privado.<\/p>\n\n\n\n<p>Nenhum de n\u00f3s seria capaz de apontar, em uma prova de m\u00faltipla escolha, que um presidente da Rep\u00fablica diria em pronunciamento p\u00fablico, logo ap\u00f3s ser confrontado pelas acusa\u00e7\u00f5es mais s\u00e9rias j\u00e1 ouvidas sobre um mandat\u00e1rio do Brasil, que ele foi perseguido pela imprensa que mostrou que a av\u00f3 de sua esposa cometeu crimes de falsidade ideol\u00f3gica e estelionato, enquanto a filha, m\u00e3e da primeira dama, \u00e9 traficante de drogas.<\/p>\n\n\n\n<p>Menos ainda acertar\u00edamos a quest\u00e3o onde a op\u00e7\u00e3o correta seria a que aponta que seu filho lhe revelou n\u00e3o saber o nome da infinidade de mulheres com quem teve relacionamentos sexuais, muito menos o de uma em particular, que viria a ser mencionada por ser filha de miliciano envolvido com a morte de uma vereadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o ter\u00edamos a menor capacidade para arriscarmos a letra certa do enunciado que questionaria que termo pouco usual seria usado pela primeira vez por um chefe de Estado em \u00e9poca de mortes por pandemia, esc\u00e2ndalos consumindo a base de seu governo e a segunda demiss\u00e3o dos dois ministros mais populares de seu governo em apenas uma semana.<\/p>\n\n\n\n<p>Escrotizar, seria a resposta certa, ainda que o meu corretor de texto insista em sublinhar o voc\u00e1bulo me alertando que ele n\u00e3o existe.<\/p>\n\n\n\n<p>E nada de fato parece existir quando tratamos do bando que se aboletou no poder.<\/p>\n\n\n\n<p>Nem ministros de rela\u00e7\u00f5es exteriores que desacatam povos e governos de parceiros comerciais, nem ministros da Educa\u00e7\u00e3o que desfilam arrog\u00e2ncia e analfabetismo at\u00e1vicos, nem tampouco filhos que se apossam da agenda do governo, envolvidos at\u00e9 os pesco\u00e7os com o pior da velha pol\u00edtica e o mais escabroso dos novos tempos &#8211; de qualquer pol\u00edtica &#8211; a hedionda pr\u00e1tica da destrui\u00e7\u00e3o de reputa\u00e7\u00f5es, cal\u00fanias, crimes contra a honra e toda sorte de bestialidades atrav\u00e9s das fake news, impulsionadas, moderna e digitalmente, por uma avalanche de dinheiro n\u00e3o identificado.<\/p>\n\n\n\n<p>Sempre ajudados pelo instinto ruim, a maldade e a selvageria dos mais renitentes defensores dessa pol\u00edtica odiosa que se instaurou entre n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0s vezes tudo isso vira piada.<\/p>\n\n\n\n<p>Vira meme, vira post, viraliza e nos faz rir.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas \u00e9 t\u00e3o triste, t\u00e3o triste, t\u00e3o triste, t\u00e3o triste.<\/p>\n\n\n\n<p>Posso acabar por aqui.<\/p>\n\n\n\n<p>Posso ir adiante.<\/p>\n\n\n\n<p>Posso nunca mais voltar ao assunto, porque j\u00e1 d\u00f3i de um jeito que me faz um mal pessoal que eu nem sei dizer.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas resisto a deixar tudo ao Deus dar\u00e1, n\u00e3o dizer nada, n\u00e3o berrar a indigna\u00e7\u00e3o que nos corr\u00f3i.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Porque n\u00e3o podemos mais nos dar ao luxo de fracassar.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o temos mais colch\u00e3o para as nossas quedas.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 mais palavras poss\u00edveis no nosso obitu\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>E como nada mais nos resta, nada, nada; nem uma honra violentada, nem um orgulho vomitado, nem um resqu\u00edcio de vergonhas ultrajadas, ent\u00e3o, agora, s\u00f3 nos resta nos agarrarmos ao que poderia ter sido a nossa hist\u00f3ria, ao que saber\u00edamos t\u00e3o bem merecer como povo, ao que nos devem de dignidade como humanos, \u00e0 consci\u00eancia das nossas&nbsp; possibilidades em uma terra t\u00e3o destinada \u00e0 gl\u00f3ria e repudiarmos essa \u00faltima e fatal estocada que acabam de desferir no nosso peito, no cora\u00e7\u00e3o do nosso pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Chega, basta, deu, sumam, desaparecem, desencarnem, estejam presos, renunciem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fora, Bolsonaro.<\/p>\n\n\n\n<p>Fora, 01, 02, 03, 04, 05, zeros \u00e0 esquerda em geral.<\/p>\n\n\n\n<p>Fora, tudo o que gravita mediocremente ao redor de suas vidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Vidas das quais a gente, \u00e0s vezes, at\u00e9 ri.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas que s\u00e3o tristes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Repugnantemente tristes.<br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fabio Fernandes \u00e9 um dos mais respeitados publicit\u00e1rios de minha gera\u00e7\u00e3o. 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